sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Uma boa dica

"Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã é uma forma de ser infeliz."
(Roberto Shinyashiki)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

COMO SOBREVIVER A PERDA DE UM AMOR...

Como sobreviver à perda de um amor, seja a morte de uma pessoa querida,
o fim de um relacionamento, a perda da juventude, da saúde, de um emprego, de um ideal.
Ao enfrentar uma perda, o corpo sofre o mesmo processo que um ferimento físico.
Precisamos aceitar esse processo, confiar nele e ter certeza de que a dor vai passar e,
quando passar, nós seremos mais fortes, felizes, sensíveis e conscientes.
Tudo tem seu tempo:
E há tempo para tudo sob o céu.
Há tempo de nascer e tempo de morrer.
Há tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou.
Há tempo de matar e tempo de curar.
Há tempo de destruir e tempo de construir.
Há tempo de chorar e tempo de rir.
Há tempo de lastimar e tempo de dançar.
Há tempo de espalhar pedras e tempo de juntá-las.
Há tempo de dar abraços e tempo de conter-se.
Há tempo de adquirir e tempo de perder.
Há tempo de guardar e tempo de lançar fora.
Há tempo de rasgar e tempo de costurar.
Há tempo de calar e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar.
Há tempo de guerra e tempo de paz.
Eclesiastes 3, 1-8

Vamos avaliar a perda numa perspectiva mais ampla.
Na natureza a perda é elemento essencial da criação:
quando a rosa se abre, perde-se o botão;
quando a planta germina, perde-se a semente;
quando o dia começa, perde-se a noite.
Em tudo, a perda dá lugar a uma nova criação
(ou, mais exatamente, a uma recriação).
O mesmo ocorre na vida humana.
É difícil pensar em algum ganho na vida que não traga junto uma perda.
Há diversos tipos de perdas na vida:
- Perdas óbvias:
morte de uma pessoa querida, fim de um relacionamento afetivo, separação,
divórcio, perda do emprego, perda financeira, ser roubado, sofrer algum tipo de violência
(ser estuprada, por exemplo).
- Perdas não tão óbvias: mudar de endereço, doença (perda da saúde),
mudar de professores, de escola, sucesso (perda da luta),
perda de um ideal acalentado, perda de uma antiga meta.
- Perdas relacionadas com a idade: sonhos da infância, amor inocente, romances adolescentes,
deixar a escola, sair de casa, perda da juventude, da beleza, dos cabelos, dos dentes,
menopausa, aposentadoria.
- Perdas indefinidas:
(ou seja, são um ganho ou uma perda?)
esperar o resultado de um exame médico,
um casal à beira do divórcio pela décima vez,
namorados, depois de uma briga qualquer,
um negócio que pode ou não se concretizar,
um processo judicial, colocar a casa à venda.
Em geral, as perdas indefinidas dão essa sensação:
Já tive muitos problemas na vida, por inúmeras razões,
em geral por causa dos outros.
E na maioria das vezes,
Sorte minha,
A vida me deu um safanão
E fiquei meio desligado do Sofrimento e da dor.
Assim, sobrevivi.
E pude voltar a amar.
Mas agora esse chão sumindo aos poucos sob meus pés
- ou esse grande vazio interior – é a vida acabando dentro de mim,
pois continuamos vivendo - mas não de fato.
E ficamos fora da vida - mas não completamente.
Fico muito bem sozinho, fico mais bem acompanhado,
Mas fico mal de fato quando estou meio-junto.
Se estou só, estou bem.
Mas quando amo fico melhor.
Na dúvida, apenas transfiro o sofrimento para o papel em imensas Paixões
Com milagres e mártires,
Crucificações e ressurreições.
Venha pra ficar, ou então não venha.
Esses poemas da Paixão estão se tornando
uma cruz difícil de carregar.
A sensação de estar num “limbo” (é o lugar, onde segundo a teologia católica, estão as almas mortas, sem batismo) emocional já é em si uma perda.
Mesmo que a situação termine bem (o namorado telefona e mais uma vez declara amor eterno, etc),
enquanto se está na dúvida a sensação é de perda e como tal deve ser tratada:
- entenda que “não saber o que fazer” pode ser a pior de todas as torturas.
- quando estiver no limbo – e sua intuição disser que há pouca esperança -,
é melhor terminar com a situação do que continuar nela indefinidamente.
- telefone ou escreva deixando claro que terminou e vá cuidar de sobreviver, curar-se e crescer.
Desistir de você
Deus do céu!
Um sino de liberdade
Ecoa dentro de mim.
Não preciso mais
Esperar por cartas,
Telefonemas, cartões
E e-mails que
Jamais chegam.
Não gasto mais energia criativa com cartas que nunca mandei.
E, daqui a algum tempo, não vou mais ter insônia,
Não vou entrar em histeria.
Vou ser um pouco mais feliz,
Vou viver mais e melhor.
Bastou só desistir de você.
E isso já foi uma grande coisa.
Existem também inúmeras “pequenas perdas” que tendem a se somar e são sentidas depois de dias, semanas, meses ou anos.Um arranhão no carro, uma discussão com um amigo, o desaparecimento de um objeto de estimação e de repente a pessoa se sente “inexplicavelmente” deprimida.
Cada uma dessas perdas – imediatas ou cumulativas, repentinas ou eventuais, óbvias ou não – cria uma ferida emocional, uma agressão ao organismo.
Além do óbvio sentimento de dor, de pressão e tristeza, há outras reações à perda, como: sensação de desamparo, medo, vazio, desespero, pessimismo, irritação, raiva, culpa, impaciência; perda de concentração, esperança, motivação, energia; alterações no apetite, no sono ou no desejo sexual; tendência a sentir mais cansaço, a cometer mais erros e a falar ou mover-se mais devagar.
Qualquer uma ou todas essas reações são esperadas durante ou após uma perda. Fazem parte do processo natural do corpo para se curar. Não lute contra elas.
A recuperação de uma perda ocorre em três estágios distintos (sendo uma perda pequena pode demorar minutos, sendo uma grande perda, pode levar anos):
1) choque / negação / atordoamento: não conseguimos acreditar ou aceitar que tal coisa tenha acontecido conosco. A tendência é esquecer que houve uma perda e ficamos pasmos toda vez que lembramos.
2) medo / raiva / depressão: essas são reações comumente ligadas à perda.
3) compreender / aceitar / mudar:
sobrevivemos; nosso corpo está a caminho da cura, nossa mente vê que é possível viver sem aquilo que foi perdido; passamos a um novo capítulo de nossa vida.
Retirado do livro "COMO SOBREVIVER A PERDA DE UM AMOR"
Harold. H.Bloomfield

Sinal de Depressão


Vão haver dias ou noites em que será difícil ficar na cama.
Parece que nem os sonhos nos obedecem.
Não fique na cama.
Se sentir necessidade de dormir, tome algo natural: suco de maracujá, chá de capim cidreira.
Ficar no quarto escuro durante o dia, não sentir vontade de falar com ninguêm, é Sinal de Depressão. Não se entregue.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ocupe sua mente


Ocupe sua mente, faça coisas que goste, descubra coisas que possa gostar.
Faça aulas de dança de salão.
Saia de casa. Aceite convites.
Mas não espere por eles, saia nem que seja sozinha(o).
Tome um café expresso, um sorvete.
Saia! Não fique em casa.
Faça caminhadas, exercicios liberam endorfina, uma substancia que faz bem ao cerebro, proporcionando bem estar.

Seja Bem Vinda(o)


Se você está poraqui significa que está tentando sobreviver! Parabéns.
Esse é o primeiro passo!