quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Depressão

Ninguém dá bola para a depressão

POR GABRIEL ALVES

No post de hoje do Cadê a Cura? trago um texto de uma amiga, Tati Oshiro, que relata suas experiências e impressões sobre a depressão.  Certamente não são poucos os nossos amigos e familiares que sofrem calados com a doença. O relato da Tati, com uma linguagem forte e natural,  pode ajudar quem nunca teve um contato tão próximo com a doença a entender um pouquinho desse mundo do ponto de vista de quem mais sofre –o doente.

 

Trintei na depressão, por Tati Oshiro*

Fui diagnosticada na época em que meus amigos estavam dando grandes passos em suas vidas e seguindo em frente. De certa forma, eu sei que fiquei pra trás. Às vezes eu me sinto meio esquecida, sabe? Na verdade, às vezes, eu mesma me esqueço.

Assim que eu fui diagnosticada, muitos dos meus amigos estavam comprando apartamentos, noivando, casando. Enquanto eu era hospitalizada (as primeiras vezes),eles estavam tendo seus primeiros filhos. Carreiras iam em frente, mais bebês nasciam e eu sofria com as recaídas.

Centenas de milhões de pessoas no mundo enfrentam problemas de saúde mental. Mesmo assim o sentimento é que estamos vivendo esse desafio sozinhos. Isso porque a maioria das pessoas não consegue falar sobre o assunto. Existe um tabu! E isso não é culpa delas. Nem sua. Nem minha.

No Brasil,  o número de suicídios por motivos ligados a depressão cresceu mais de sete vezes nos últimos 16 anos –e ainda pouco se fala abertamente a respeito. É triste dizer, mas acho que, de certa forma, nós –doentes– já estamos acostumados.

Responda: qual das opções é a mais bem-aceita quando você vai ligar para o seu chefe de manhã e avisar que precisa faltar no trabalho?

1) “Chefe, preciso ficar em casa hoje porque não estou bem disposto, estou com dor de cabeça e enjoo. Acho que é virose!

2) “Chefe, não vou para o escritório hoje porque estou me sentindo muito triste, angustiado e não consigo me levantar da cama. Acho que é depressão!

Todos sabemos a resposta. O mundo consegue aceitar e se sensibilizar quando qualquer outra parte do seu corpo adoece, menos o cérebro.

Há um grande preconceito, uma imagem distorcida das pessoas que lutam contra depressão, ansiedade, bipolaridade, ataque de pânico, TOC…

Sendo sincera, para mim não é fácil falar sobre isso. É foda! E parece que é foda para todo mundo. Tanto que ninguém, no fim das contas, está falando nada.

Nós não vemos isso nas mídias sociais, não vemos na TV. Esse assunto não é gostoso, não é divertido, não é leve. E como não lidamos com o tema, não percebemos a severidade da depressão.

E é sério: a cada 30 segundos, em algum lugar do mundo, alguém tira a própria vida por motivos ligados à doença. E pode ser alguém a dois quarteirões de distância, a dois países ou continentes de distância, mas está acontecendo.

As pessoas precisam saber que depressão não é simplesmente estar triste quando algo não anda bem na vida. Quando você termina com seu namorado, quando você perde uma pessoa amada, ou quando não consegue aquele emprego que tanto queria, isso é tristeza –uma emoção natural.

A depressão real é estar triste mesmo quando tudo na sua vida vai bem.

Por muito tempo, eu acho, eu vivi duas vidas completamente diferentes e uma sentia medo da outra. Eu tinha medo de que as pessoas pudessem me ver como eu realmente era. Por baixo da minha risada, havia sofrimento. Eu escondia muita dor.

Algumas pessoas sentem medo de levar um fora, outras tem medo de tubarões, outras ainda tem medo da morte. Para mim, por muito tempo nessa vida, eu tive medo de mim mesma. Eu tive medo da minha vulnerabilidade, das minhas fraquezas. E esse medo me fazia sentir como se eu estivesse encurralada em um canto, sem outra saída a não ser a morte. Eu penso nisso todos os dias.

Enquanto eu escrevo aqui, eu já pensei novamente, porque essa é a doença, esse é o sofrimento, isso é a depressão. Não é como catapora –uma vez vencida, a doença não se vai para sempre, é uma coisa com a qual se vive, como uma vizinha chata que nunca vai mudar de casa, uma voz que você vai sempre ter que escutar.

E a parte mais assustadora é que, depois de um tempo, você se acostuma, as coisas se tornam “normais”. E aquilo de que você mais sente medo não é a dor lá de dentro, é o preconceito das outras pessoas. É a vergonha, o olhar de desaprovação na cara do amigo, o cochicho nos corredores dizendo que você é fraca e os comentários de que você está louco.

E isso é o que impede de procurar ajuda, fazendo com que você guarde essa dor. E aí você guarda e esconde, mesmo sabendo que é justamente isso está mantendo você na cama todos os dias e fazendo você se sentir vazio, não importa o quanto você se esforce.

Vivemos em um mundo onde,  quando alguém quebra um braço, todo mundo corre para assinar no gesso. Mas a pessoa tem depressão, todo mundo foge.

A depressão é um dos maiores problemas de saúde já documentados e é um dos menos discutidos. O assunto fica de lado, afastado –as pessoas esperem que as coisas se consertem sozinhas.

Mas isso não aconteceu e não vai acontecer. Cultivar essa “esperança” não resolve, só procrastina. 

Não sei qual é a solução, mas o primeiro passo é reconhecer que temos um problema –não vai ser possível encontrar  a resposta enquanto temos medo da pergunta.

Essa mudança de postura tem que começar agora –comigo, com você, leitor, e com outras pessoas que estão sofrendo, que estão escondidas nas sombras. Nós precisamos quebrar o silêncio e falar a respeito.

Se você está enfrentando a depressão, saiba que está tudo bem. Saiba que você só está doente, você não é fraco. A depressão é um problema, não uma identidade.

Mas por mais que eu odeie a depressão, eu sou grata a ela. A doença me empurrou para escuridão para me lembrar que há luz. Minha dor me forçou a ter fé em mim mesma, em outras pessoas, e de que eu posso melhorar e mudar essa situação. Sei que podemos falar sobre isso e lutar contra a ignorância, contra a intolerância, e que podemos aprender a amar quem nós somos –e não quem o mundo quer que sejamos.

Precisamos parar com a ignorância, com a intolerância, com o estigma, com o silêncio, e nos livrar dos tabus.

É preciso dar uma boa olhada para essa realidade e começar a falar, porque a melhor forma de combater esse problema, que as pessoas estão enfrentando sozinhas, é nos fortalecermos juntos.

Apesar dos lugares aonde as estradas me levaram, os 30 anos me trouxeram esperança, desejos e sonhos. O passado não precisa definir o futuro, certo? Eu não terminei ainda, eu não parei. E eu não vou desistir.

 * TATI OSHIRO é formada em administração de empresas e atualmente está estudando inglês no Canadá. Ela também se dedica a ajudar pessoas que, assim como ela, enfrentam doenças mentais e emocionais.
tatioshiro@outlook.com


domingo, 6 de novembro de 2016

O amor, e a paciência

Encontrar o amor não é tão difícil, se comparado à árdua tarefa que consiste em mantermos acesa a chama afetiva que nos mantém juntos de quem amamos. Após o encontro amoroso, afinal, existe um longo caminho a ser percorrido, para que os sentimentos se fortaleçam e tornem a jornada conjunta repleta de cumplicidade e admiração mútua.

As pessoas vêm de universos diferentes, passaram por vivências próprias, sobreviveram a tempestades únicas e, de repente, precisam confrontar tudo o que são com alguém de fora, tentando harmonizar perspectivas na maioria das vezes dissonantes e distantes, em favor da necessidade de amarem e serem amadas. A paixão chega, arrebata e nos lança ao encontro de um mundo outro, no qual mergulharemos às cegas, a fim de saciarmos a fome de amor que é tão nossa.

A convivência diária não é fácil, uma vez que o tempo nos mostra e nos desnuda em tudo o que somos, da mesma forma nos trazendo as verdades de quem está ali ao nosso lado, mesmo aquelas que nos incomodam. Infelizmente, poucos estão dispostos a enxergar, fora de si e em si mesmo, o que lhes retira da zona de conforto, o que lhes obriga a refletir sobre o que têm feito da vida. E o companheiro sempre será o espelho que reflete o que estamos ofertando, o tipo de amor que construímos ou desconstruímos diariamente.

E, se não nos permitirmos a entrega na totalidade que o amor requer, acabaremos fatalmente nos furtando de dedicar o mínimo de nós mesmos ao outro, relegando-o ao vazio solitário de nossa presença incompleta. Não abriremos mão de nada, não ouviremos os sussurros sofridos ali ao lado, não olharemos fundo nos olhos que nos buscam em vão, não sentiremos as acelerações do coração que pulsa pertinho, não responderemos aos desejos, não tocaremos a pele, não daremos, enfim, importância a quem sempre esteve conosco.

E ninguém há de suportar o desprezo, a indiferença, a agressividade silenciosa e a companhia vazia de quem lhe prometera amar pelo resto da vida. O amor não aceita desaforo, não sobrevive de passado, tampouco se alimenta de esperanças unilaterais e de correspondência nula. Só amor, somente amar, apenas as lembranças do que já foi mas não é mais, nada disso será capaz de manter duas pessoas juntas. Porque o amor é, sim paciente, mas tem o limite exato da dignidade que nos sobra ao fim do dia. Nada mais do que isso.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Depre...

Ter depressão não é bonito. Dormir mais de 12 horas por dia não é bonito. Não ter vontade de levantar não é bacana. Chorar muito e sem motivo não é drama. Não ter capacidade de fazer aquilo que você mais gosta não é legal. Se sentir incapaz e não se reconhecer é terrível. Ter maus pensamentos e perder a vontade de viver é doloroso. Sentir a vida passar enquanto a sua ta parada é cruel. Viver trancado dentro de si é viver em meio a sombras. Cansar de viver e passar apenas a existir.
Se você conhece alguém ou já teve depressão copie e cole no seu mural para as pessoas entenderem que depressão é coisa séria e não mera frescura.
Isso é muito sério!

domingo, 16 de outubro de 2016

Depressão...

Ter depressão não é bonito. Dormir mais de 12 horas por dia não é bonito. Não ter vontade de levantar não é bacana. Chorar muito e sem motivo não é drama. Não ter capacidade de fazer aquilo que você mais gosta não é legal. Se sentir incapaz e não se reconhecer é terrível. Ter maus pensamentos e perder a vontade de viver é doloroso. Sentir a vida passar enquanto a sua ta parada é cruel. Viver trancado dentro de si é viver em meio a sombras. Cansar de viver e passar apenas a existir.
Se você conhece alguém ou já teve depressão copie e cole no seu mural para as pessoas entenderem que depressão é coisa séria e não mera frescura."
Texto: Alexandre Pantaleão

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Como tirar o sexo da mesmice.



Os dias de transa enlouquecedora acabaram e sobrou só aquele sexozinho semiobrigatório? Isso tem solução

Por: Redação VIP as 5:01 pm em 27/07/2016

O sexo entre vocês costumava ser incrível: toda hora era hora, e qualquer lugar servia. Mas, de uns tempos para cá, amornou. Ficou quase compulsório. Aquela coisa de sábado-à-noite-tenho-que-transar-opa-acabou-vou-dormir-dever-cumprido. Pois saiba que essa história de o nosso tesão diminuir com o tempo é culpa da antropologia.

Há milhões de anos, pouco depois de os chimpanzés virarem gente, a natureza criou um mecanismo cerebral para estabelecer vínculos entre homens e mulheres, alimentado por dois hormônios (ocitocina, no caso das mulheres, e vasopressina para os homens). Ele surgiu para que quiséssemos ficar juntos, constituir família e cuidar dos filhotes que vinham dessa relação. Essa calma e segurança que o companheirismo traz é boa: faz a vida do homem aumentar em sete anos. Só que diminui a secreção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Sem ele, o tesão despenca.

O negócio piora ainda mais quando se tem filhos. Após o nascimento do primeiro, o nível de testosterona masculino cai até 33%. E atividades superfamiliares como brincar com a criança baixam ainda mais o hormônio. De novo, culpe a evolução: isso acontece para que o homem sossegue o facho, não saia correndo atrás de outras fêmeas e ajude a sua a criar o rebento.

Nem tudo está perdido. A mesma ciência mostra que é possível reacender o fogo entre um casal e ativar áreas do cérebro capazes de fazer com que o tesão volte como nos tempos do começo do namoro. E, sim, isso também é darwiniano: nos apaixonamos pela pessoa cujo odor mostra que o sistema imunológico é complementar ao nosso, para gerarmos seres geneticamente mais variados, que sejam mais resistentes a doenças. Além disso, existe um neurotransmissor da paixão, a dopamina, o mesmo ativado no caso de dependência química (por isso, nosso “vício” na pessoa) – e o sexo aumenta os níveis dele no organismo. Veja agora como identificar se seu relacionamento está com problemas e como mandar a dopamina às alturas e voltar a ficar animadaço.

Quando é você que está meio sem tesão

1- Acesse sites eróticos

De acordo com a antropóloga americana Helen Fisher, o desejo está no que é novo – e acaba quando o que se tem é muito familiar. E a pornografia ajuda, aumentando seus níveis de testosterona.

2- Pulem de paraquedas

Pode parecer bizarro, mas, de acordo com o psicólogo italiano Francesco Alberoni, autor do livro Enamoramento e Amor, a chama da paixão só volta a se acender quando levamos juntos uma vida ativa, interessante, cheia de aventuras e novidade.

3- Aprenda algo novo com ela

Ana Canosa sugere que vocês comecem um curso novo, de fotografia ou culinária, por exemplo, em que conheçam novas pessoas. Você pode descobrir novos talentos nela e passar a olhá-la com outros olhos.

4- Façam esporte

Ele aumenta os níveis de endorfina, que dá sensação de prazer. Escolham uma atividade que agrade aos dois: pode ser corrida, natação, ioga e até uma arte marcial.

5- Deem um pulo na sex shop

O sexólogo Amaury Mendes Jr., do Rio de Janeiro, aconselha brinquedinhos eróticos. E ir com ela a uma sex shop vai fazer você olhá-la em um ambiente um tanto mais erótico.

6- Vá ao motel

Compre um bom vinho, leve uma seleção musical especial, faça sauna com ela. Aproveite o “programa completo”.

7- Não planeje tudo

Mande passear o excesso de rotina e mude de vez em quando. Em vez de jantarem no mesmo restaurante, escolha outro. Troque o sítio de todo fim de semana por dois dias em um lugar diferente. Dê espaço para a espontaneidade e para o improvável.

Quando é ela quem está meio borocoxô

1- Toque-a

“O contato físico cria atração. Simples assim”, diz o coach de relacionamentos Rodrigo Farah, de São Paulo. “E, para reacender a química, é preciso intensificar novamente a intimidade sexual aos poucos, de maneira progressiva. É importante começar com o toque social, aquele mais comum, como encostar a mão na dela no meio de algum assunto. Passe para toques mais prolongados, como um abraço. Depois, vale usar o toque com conotação sexual. Passar a língua em partes mais vulneráveis, como o pescoço, e as mãos ao longo das costas e da virilha. Assim, aquela tensão sexual positiva entre os dois retornará.”

2- Pare de ser bonzinho

“Não mendigue o afeto e pare de correr tanto atrás dela”, diz Ana Canosa. “Assuma poderes: no trabalho, no futebol durante a semana, seja onde for, deixe-a saber de suas conquistas. Mantenha um pouco sua mulher de escanteio e, sem grosseria, tenha uma atitude segura. Ela vai ficar intrigada e querer se aproximar de vc.

3- Arrume um hobby

Para ela voltar a vê-lo como uma pessoa interessante, você tem realmente de voltar a ser interessante. Nada melhor para isso do que ter um hobby. Comece a jogar squash, por exemplo. Ou matricule-se num curso de francês.

4- Mande torpedos eróticos

Instigue-a durante o dia para ir criando um clima. Você a conhece bem, então sabe que tipo de torpedo vai funcionar: pode ser menos direto, com elogios (“Fiquei louco ao ver como você saiu de casa linda”), ou chamando na chincha mesmo, dizendo exatamente o que quer fazer com ela naquela noite.

5- Descole uma viagem de trabalho

Ou diga para ela que vai passar o fim de semana fora para acompanhar um jogo do seu time. “Melhor ainda: fale que ganhou um ingresso para uma festa da VIP que acontece em outra cidade e não pode deixar de ir”, afirma Ana. Manter-se longe da pessoa mexe com o sistema de recompensa dela. Como o cérebro estava acostumado com a recompensa (a pessoa em si), ela vai querer tê-lo por perto de novo.

6- Provoque-a

via GIPHY

Não concorde com tudo o que ela fala, mas mantenha uma aura safada quando discordar – isso quer dizer que não é para você arrumar briga, mas fazer como se quisesse encrencar, só que sendo bem-humorado.

7- Volte a beijá-la. Muito

Pare com aqueles selinhos bocós na hora em que se encontrarem. Dê um beijo de verdade em sua gata. E beije-a também de surpresa, quando vocês estiverem na escada rolante do shopping, parados no semáforo, na fila do restaurante esperando a mesa liberar…

8- Sugira uma sacanagem

Mulheres curtem fantasias. Na cama, entre na onda e finja que não a conhece – transar com desconhecidos é uma das principais.

9- Seja sedutor

 

Quando você queria conquistá-la, pensava em programas diferentes e excitantes. Pois volte a fazer isso. Corteje-a. E estar sem grana não é desculpa. Seja criativo: deixe bilhetes na bolsa dela, prepare um jantar, tomem banho juntos.

10- Assistam pornô

O bacana é vocês escolherem juntos o filme pornográfico – há filmes feitos para e por mulheres, que atendem mais à expectativa feminina. O legal é você incentivá-la a pensar em sexo. Outra opção é dar a ela um livro com uma narrativa mais erótica, como algum do cubano Pedro Juan Gutiérrez (sugerimos Trilogia Suja de Havana) ou mesmo o novo fenômeno pop Cinquenta Tons de Cinza.

11- Faça uma massagem na gata

Daquelas benfeitas mesmo. Use cremes para sua mão deslizar. Explore o corpo todo dela. Comece nas costas e desça para as pernas, passando as mãos por trás dos joelhos e entre as coxas. No meio do processo, sussurre coisas como “você é uma delícia” no ouvido dela.

12- Olhe-a

Uma coisa tão simples, com efeito devastador: você não imagina o poder do olhar. Mostre nele o carinho e o tesão que tem por ela. Olhe-a muito. Se ela perguntar o que foi, diga que só está admirando.

13- Leve-a para dançar

Poucas coisas são tão eróticas. Cole o corpo no dela, abrace-a, fale coisas ao pé do ouvido.

14- Incentive-a a falar

Tenham um momento do dia para conversar. Conte para ela as coisas que aconteceram com você e incentive-a a fazer o mesmo. Isso cria cumplicidade.

Por: Redação VIP em 27/07/2016

 

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Te amo...

Eu gosto de ao deitar sobre seu seio, ouvir seu coração.
Gosto de estar bem perto, sentir seu respirar.
Seu cheiro bom, no pescoço quero beijar.
Gosto do abraço por trás.
Gosto de deitar ao lado seu.
Amar te, gosto do seu convite, pra morar em você. Namorar te seus pés, meu pé é seu par.
Torço pra semana que passe pra que eu possa te ver.
Escondido mesmo. Planejado algo lindo. Pra vc ver que não se esquece aquilo que se gosta.
Chamemos de gostar já que antes eu que negava. Direito seu negar tbém agora. O amor que é tão quisto e tão explícito.
Continuemos no gosto verbo, gosto de estar em vc, de cantar mesmo em pensamento.
Vamos viajar, vamos dormir, vamos sonhar. Me deixe te banhar, vem mergulhar. Deixe me sentir o perfume do seu cabelo. Sei que gosta que eu beije suas costas. Acho tão íntimo a parte de dentro de suas cochas. O abraço de suas pernas. Seu mel, seu bel prazer.
Te dou o céu, a lua as estrelas, oque mais quiser. Te conheço.

sábado, 9 de julho de 2016

Cansei...

-Oq foi? Você tá diferente.. Esta acontecendo alguma coisa?..
-NÃO só cansei. 👍🏻

Um dia a gente cansa. Cansa de tudo um pouco. Cansa até de se cansar. E no meio dessa “canseira” toda,  resolve jogar pro ar. Liberdade maior não há!
A gente cansa das mesmas perguntas chatas. Cansa das cobranças, inclusive aquelas “berradas” em silêncio, que a gente sente só pelo olhar. A gente cansa de seguir script, de tentar agradar, de tentar se adequar.
Cansa dos amigos que não são tão amigos assim. Cansa de gente que só sabe sugar. Cansa de quem “não importa”, cansa de quem já importou e cansa até de quem “deveria” importar. A gente cansa, cansa sim. Cansa dessa mania de “boa vizinhança”, dessa diplomacia forçada, de toda essa hipocrisia fantasiada de boa educação.
um-dia-a-gente-cansa
E a gente cansa, cansa de muito mais. Cansa de se explicar, de se importar, de procurar, de aceitar, de tolerar… Cansa do “mais ou menos”, do que é morno, do que não faz o coração vibrar.
E quando a gente cansa, aí é hora de jogar tudo pro ar! As conveniências vão pelo ralo e só fica mesmo o que for bom, o que faz bem. A gente muda de vida, muda o mundo se preciso for, mas joga mesmo pro ar.
E é desse encontro que nasce, depois de toda essa canseira, a melhor coisa que há: a integridade de ser o que se é, fazer o que quiser e construir, sem máscaras nem personagens, a vida que a gente quer.
(Sim, posso ter me cansado de você! 😘) Autor desconhecido.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Bipolaridade

Transtorno Bipolar, com o Psiquiatra Adelman Asevêdo Filho

Agitação, irritação, fala rápida, depressão, agressividade, euforia…De acordo com a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB), cerca de 4% da população mundial sofre de Transtorno Bipolar, em suas diferentes formas de apresentação. Ainda segundo a Associação, 60% dos casos da doença se manifesta antes dos 20 anos de idade. A seguir, o Psiquiatra Adelman Asevêdo Filho, esclarece pontos fundamentais sobre o assunto. Confira:

Boa Vida Online – O que é Transtorno Bipolar?

Dr. Adelman Asevêdo Filho – Caracterizado por bruscas alterações de humor que oscilam entre episódios de depressão e de euforia (também denominado de mania), o Transtorno Bipolar é uma doença mental frequente e pode apresentar dois graus de intensidade. O tipo I é evidenciado por situações de extrema depressão alternando-se a muita euforia e atinge cerca de 1% da população geral. Já o quadro mais brando da doença, o Transtorno Bipolar do tipo II apresenta depressão e euforia de forma menos acentuada e pode chegar até 8% da população.

Dr. Adelman Asevêdo Filho, Psiquiatra, CRM – GO 11959.

Boa Vida Online – Como reconhecer uma pessoa com Transtorno Bipolar?

Dr. Adelman Asevêdo Filho – É comum em todos os casos a presença de episódios depressivos e de euforia (mania) em determinados momentos da vida.

episódio depressivo é caracterizado por tristeza, desânimo, baixa autoestima, alterações no sono, apetite, podendo ocorrer até pensamento ou planejamento de suicídio. Geralmente esses sintomas duram, no mínimo, 15 dias.

Já o episódio de mania (euforia extrema)corresponde a um período de duração mínima de uma semana e nele a pessoa mostra-se mais alegre, com menos necessidade de sono, torna-se mais falante, mais irritada, compulsiva por compras, gastando excessivamente, mesmo sem condições financeiras para tal. Podem ocorrer, também, nesse período, delírios de grandeza, em que o indivíduo acredita ter poderes sobrenaturais ou acha que é alguém muito importante. Comumente, em casos extremos, a pessoa apresenta alucinações – escuta vozes e/ou vê pessoas, coisas que não existem de fato.

E por último o episódio de hipomania, que a grosso modo, é uma mania (euforia) mais branda. Há uma alegria acentuada, pensamento mais acelerado, menor necessidade de sono, maior irritabilidade. No entanto, como a intensidade é menor que na mania (euforia extrema) não ocorrem delírios, nem alucinações. A duração mínima também é de uma semana.

Na maior parte dos casos clínicos, os períodos relatados acima são bem perceptíveis e determinam uma ruptura do ciclo normal de vida do indivíduo. Existe a fase normal, em que a pessoa se comporta como qualquer outra e as fases depressivas e maníacas/hipomaníacas.

Rita Lee é uma das famosas com Transtorno Bipolar. ( Foto: reprodução)

É comum me perguntarem: “Doutor, eu sou bipolar? De manhã estou alegre e a tarde triste!” Todas os seres humanos vivem momentos alegres e tristes de acordo com as coisas que ocorrem no dia-a-dia e suas emoções podem variar bastante. Mas isso não significa que tenham transtorno bipolar. Quadros depressivos leves, transtornos de ansiedade, momentos de maior estresse pelas dificuldades cotidianas podem fazer com que alguém perca o sono, pense muito nos problemas, fique irritado, triste, sem que tenha transtorno bipolar.

Boa Vida Online – Existe cura para o Transtorno Bipolar?

Dr. Adelman Asevêdo Filho – O Transtorno Bipolar é uma doença crônica, portanto, assim como o diabetes ou a hipertensão não tem cura. Mas tem controle! Existem vários medicamentos para o tratamento. O carro chefe é composto pelos estabilizadores do humor, mas é possível usar antidepressivos e, também, antipsicóticos – principalmente os mais novos, chamados de segunda geração. Os remédios existentes hoje são muito bem tolerados, com poucos efeitos colaterais e permitem que se tenha uma vida absolutamente normal. Quem faz uso desses medicamentos não vai ficar “dopado”, impossibilitado de trabalhar. Além disso, a psicoterapia, associada aos medicamentos, ajuda muito no tratamento

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Lucas Lucco, Depressão e Pânico

http://gshow.globo.com/tv/noticia/2016/05/lucas-lucco-desabafa-como-enfrenta-depressao-e-sindrome-do-panico-parece-que-ninguem-te-entende.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_content=tv&utm_campaign=gshow+-+encontro

sexta-feira, 8 de abril de 2016

#Diferença de Angústia e Ansiedade.

Hoje vivemos num mundo de incertezas, e o nosso País está imerso numa crise política e econômica que preocupa a sociedade brasileira, trazendo mal-estar para todos nós. Esse cenário agitado colabora para aumentar a ansiedade (clima de apreensão exagerada em relação ao futuro) e a angústia (aflição relacionada ao presente).

Angústia e ansiedade não estão desconectadas da vida social, pois são sensações momentâneas que têm diferenças e fazem parte do cotidiano do ser humano, atingindo ricos e pobres, jovens, idosos e crianças. Não temos como prever os acontecimentos que geram medo, mas podemos controlar e entender as nossas emoções.

O medo é inerente à condição humana, pois temos medo do futuro, medo de perder e de fracassar. Mas quando o medo se transforma em angústia, tem sua origem nos traumas físicos e psíquicos, no meio ambiente social e familiar repressor que podem desencadear sensações de opressão permanente.

A angústia torna-se patológica se com ela estiverem outros sintomas, como: falta de concentração, tristeza constante, inquietação, pensamentos negativos ou se estiver sendo um fator causador de sofrimento psíquico e físico, despontando uma sensação de aperto no peito e dificuldade de respiração.

Todos nós estamos sujeitos a experimentar a angústia existencial, visto que foi Freud quem prestou muita atenção nestes sintomas, chegando a propor a categoria nosológica de neurose de angústia, como sinalizador patológico que se direciona para um quadro de depressão.

Já a ansiedade é o medo do futuro, um recurso que usamos para nos prepararmos para acontecimentos vindouros. A psicanálise nos ensina a não temer a ansiedade, porque ela é um estado psíquico de expectativa frente a algo que ocorrerá, seja bom ou ruim, e funciona como sinal de alerta. Porém, torna-se patológica quando traz prejuízos expressivos à vida do indivíduo.

A pessoa ansiosa se preocupa por coisas que ainda não aconteceram. E quando a ansiedade chega, bate aquela vontade incontrolável de atacar a geladeira e comer alimentos calóricos. Neste momento, perde-se todo o esforço e a determinação de cumprir a dieta.

Quais os medicamentos para a angústia e ansiedade? São muitos os fármacos que apagam os sintomas, mas não mudam o sujeito. O remédio para a angústia é o desejo. E para ter desejo, é necessário que o sujeito suporte a falta que em psicanálise chamamos de castração simbólica. Por isso, é essencial o tratamento psicoterapêutico, em que o paciente reflita e traduza seus pensamentos, criando condições para contornar sentimentos que avalia insuportáveis

Ler mais: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/as-diferencas-de-angustia-e-ansiedade/#ixzz45Dn1KDCz

quinta-feira, 24 de março de 2016

ANSIEDADE

Esta estudante tirou fotos arrepiantes para mostrar como é sofrer de ansiedade


Conheça Katie Joy Crawford, uma estudante de fotografia de 23 anos que vive em Baton Rouge, Louisiana.

Conheça Katie Joy Crawford, uma estudante de fotografia de 23 anos que vive em Baton Rouge, Louisiana.
Para seu trabalho de graduação, Crawford decidiu fazer uma série de fotografias que captariam suas experiências com a depressão e a ansiedade. A série — que se chama Meu coração ansioso — é composta por 12 autorretratos evocativos e legendas pessoais, que transmitem os efeitos incapacitantes da doença mental. Crawford levou cerca de três horas em cada foto, usando uma câmera remoto para tirá-las.
“Isso se tornou uma experiência catártica para mim, que levou à cura e autoconhecimento enormes”, Crawford disse ao Buzzfeed. “Quero que aqueles que sofrem, sintam que têm uma voz e uma mão para segurar. Não quero que ninguém se sinta sozinho nunca, já que ansiedade e a depressão podem fazer com que a pessoa se isole”.
Aqui estão algumas fotos e legendas de sua série excepcional…

Sobre se sentir como se estivesse sufocando:

Sobre se sentir como se estivesse sufocando:
“Eles continuam repetindo que eu devo respirar. Posso sentir meu peito se movendo para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Mas por que sinto como se estivesse sufocando? Coloco a mão debaixo do meu nariz, certificando-me de que há ar. Ainda assim, não consigo respirar”.

Sobre estar preso dentro de sua própria cabeça:

Sobre estar preso dentro de sua própria cabeça:
“Uma prisioneira de minha própria mente. A instigadora dos meus próprios pensamentos. Quanto mais penso, pior fica. Quanto menos penso, pior fica. Respire. Simplesmente respire. Fique vagando. Melhorará em breve”.

Sobre sentir-se preso em sua vida:

Sobre sentir-se preso em sua vida:
“Tenho medo de viver e tenho medo de morrer. Que maneira complicada de existir”.

Sobre sentir-se impossibilitado de tomar uma atitude:

Sobre sentir-se impossibilitado de tomar uma atitude:
“É estranho — na boca do estômago. É como quando você está nadando e quer colocar os pés no chão, mas a água é mais profunda do que você imaginou. Você não consegue tocar no fundo e seu coração pára por um segundo”.

Sobre a oscilação desgastante entre a depressão e a ansiedade:

Sobre a oscilação desgastante entre a depressão e a ansiedade:
“A depressão é quando você não consegue sentir nada. A ansiedade é quando você sente demais. Ter ambas é uma guerra constante dentro de sua própria mente. Ter ambas, significa não ganhar nunca”.

Sobre se sentir preso:

Sobre se sentir preso:
“Você foi criado para mim e por mim. Você foi criado para o meu isolamento. Você foi criado pela defesa venenosa. Você é feito de medo e mentiras. Medo de promessas não correspondidas e de perder a confiança tão raramente dada. Você foi se formando ao longo da minha vida. Cada vez mais forte”.

Sobre se sentir oprimido por seu próprio cérebro:

Sobre se sentir oprimido por seu próprio cérebro:
“Um copo de água não é pesado. Você nem percebe o peso quando pega um. Mas e se você não pudesse esvaziá-lo ou soltá-lo? E se tivesse que suportar seu peso por dias… meses… anos? O peso não muda, mas o fardo sim. Em determinado momento, você não consegue lembrar como ele costumava parecer leve. Às vezes, custa todos os seus esforços para fingir que ele não está lá. E, às vezes, você simplesmente precisa deixá-lo cair”.

Sobre sentir ansiedade em relação à dormir:

Sobre sentir ansiedade em relação à dormir:
“Eu tinha medo de dormir. Sentia o pânico mais bruto na escuridão total. Na verdade, a escuridão total não era assustadora. Era aquele pouquinho de luz que fazia uma sombra — uma sombra assustadora”.